A história do Xterráqueo

Jaques Estevam

Xterráqueo Jaques Estevam
Encontro de Xterra em Teresópolis

Ter uma Xterra é um prazer inenarrável. Só quem a possui sabe o quanto esse veículo é diferenciado. E um dos felizes proprietários desse carro fabuloso é o Xterráqueo Jaques Estevam.

Estevam é um daqueles apaixonados confessos por essa máquina. Há cinco anos com sua Xterra 2006 verde, ele tem um cuidado com carro que pode até causar ciúmes. Aliás, esse não é o primeiro modelo que o militar possui.

“Antes da minha atual Xterra, tive uma prata 2005, por 6 meses, mas depois precisei vendê-la. Pouco tempo depois, em 2015 estava servindo em Petrópolis e vi essa Xterra verde. Foi amor à primeira vista, conta Estevam.

Paixão antiga do Xterráqueo Jaques Estevam

Diz o provérbio que é de menino que se torce o pepino. No caso de nosso Xterráqueo Jaques Estevam, ele é totalmente verdade. A paixão do militar do Exército  vem de longa data, mais precisamente da infância na fazenda.

Na verdade o gosto por veículos robustos vem desde de criança, quando lidava com tratores na fazenda em Belmiro Braga, aqui perto de Juiz de Fora. Gostava de  dominar uma máquina bruta rompendo terra, arrastando toras, subindo e descendo pirambeiras. Era emocionante.  Daí veio a idade das possibilidades quando finalmente poderia possuir um veículo que me proporcionasse a mesma emoção, ou seja, um 4×4.

E foi justamente nessa época que Estevam começou seu relacionamento com os 4×4. “Comecei pequeno com um TR4 4×4 manual, mas ainda não era o que eu queria. Eu precisava das sensações que o motor diesel transmite (cheiro, torque e fumaça kkk) como nos tratores. Não era nada desses 4×4 a diesel fake que tem por aí. Era um veículo com motor MWM”, conta o militar.

A primeira Xterra

O amor pelas Xterra veio algum tempo depois, mas não pôde se concretizar. “Na época encontrei uma Xterra, mas não tive possibilidade de  dirigir uma, porque são raras na minha cidade. Eu só conhecia a ficha técnica que muito me agradou desde então. Quando vi a X prata numa concessionária, não teve jeito ! Quebrei o porquinho e vendi um rim pra comprar”, rememora alegremente.  “Daí  em diante foram só boas aventuras, sendo a primeira pra região da Serra do Cipó e do Intendente. Lá  a  X definitivamente me conquistou!”, recorda o militar.

Partindo de mudança

O Xterráqueos Jaques Estevam é bastante acostumado a fazer grandes viagens em sua máquina de aventura.  A bordo de sua Xtanque, ele já esteve em cidades como Parati e Teresópolis, no Rio de Janeiro, no Sul de Minas em cidades como Baependi, Aiuruoca ou mesmo em Monte Verde e Tiradentes.

Mas, entre todas as viagens a bordo de sua Xtanque, as mais memoráveis foram as que fez para a Bahia.

Em novembro enchi ela de mudança e partimos (dois primo e meu pai) com destino a Paulo Afonso BA, mas com uma passagem pela Chapada Diamantina. Lá rodamos por muitas estradas de terra bem ruins, rios, areais e rodovias esburacadas. Enfim chegamos em Paulo Afonso BA são e salvos e a X nem arranhada estava.

Em dezembro retornei a Juiz de Fora, direto pela BR 116, pra buscar a esposa e o restante da mudança. Retornamos pelo litoral sul bahiano, começando por Caraíva, Trancoso, Arraial Dajuda, Porto Seguro, Santa Cruz de Cabrália, Una, Ilhéus. Terminamosa parte litorânea em Barra Grande (península de Maraú) depois foi só asfalto até Paulo Afonso!

Um carro bruto

Xterráqueo Jaques Estevam
Xterra funcionando como reboque

Estevam, como se vê , tem em sua Xterra uma grande companheira que serve para toda ocasião. “A X é ferramenta, é carro que leva noiva, reboca carro velho, oficina móvel, caminhão de mudança e para o que mais quiser usar!

Como aquele menino que gostava de carros robustos, Estevam só vê vantagens nesse veículo considerado bruto. A Xterra é  um veículo robusto, com mecânica confiável, versátil, incomum e sem mimimi. É quase uma F1000 com luxos convenientes”, finaliza.